IMPOSTÔMETRO


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A GRANDE FARRA DAS ONGS DE FACHADA


A sigla ONG, que define as Organizações Não-Governamentais, começou a ser falada por aqui lá pelo fim dos anos 80 do século passado, quando a sociedade, saída de uma ditadura, procurava novas formas de representação e de atuação. Naquele momento, foi tentadora a ideia de que organizações sociais privadas pudessem assumir funções públicas; teriam mais competência e agilidade e não seriam subordinadas à burocracia de órgãos oficiais.
O Estado, assolado por denúncias de corrupção, era visto com desconfiança: nada melhor do que repassar tarefas e recursos para grupos honestos e bem-intencionados. Surgiram entidades sérias, como o Ibase, do Betinho. ONGs do mundo inteiro seriam destaque na Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, a Rio 92.
Não demorou para que velhos larápios descobrissem que ONGs também poderiam ser bem utilizadas para o mal. E começou a rolar a festa: foram criadas organizações de nomes pomposos e objetivos pra lá de escusos. E tome de institutos de desenvolvimento disso e daquilo, de associações brasileiras de estudos de qualquer coisa. Graças a convênios feitos, de um modo geral, sem qualquer licitação, esses grupos passaram a ser contratados pelos diferentes níveis de governo para, em tese, assumir algumas de suas tarefas. Gerou-se uma farra que incluía supostos cursos de qualificação profissional e atividades de iniciação esportiva. Os tentáculos das ONGs chegam a quase toda a gama de atividades públicas -- em alguns lugares, até a identificação civil passou a ser feita por pessoas sem qualquer vínculo formal com o Estado.
Governos entregaram milhões de reais para organizações que passaram a ter liberdade absoluta para aplicar dinheiro e contratar pessoal. Isto permitiu que políticos nomeassem quem bem entendessem para o exercício de funções públicas: as pessoas, afinal, são contratadas por entidades particulares, não precisam fazer qualquer concurso. É muito fácil também fazer com que recursos destinados a ONGs voltem para o bolso dos políticos que as contratam -- muitas delas servem mesmo é para lavar dinheiro.
Nos últimos meses, elas não saem do noticiário: as ONGs, envolvidas em denúncias de mau uso do dinheiro público. Algumas medidas para prevenir fraudes já foram adotadas, mas especialistas dizem que ainda é pouco.
Só no ano passado, as ONGs receberam R$ 3,5 bilhões em repasses do governo federal. É muito dinheiro. A fiscalização da aplicação desses recursos é muito frágil. O resultado é que, em muitos casos, os convênios com ONGs se transformaram em um ralo para o desvio de dinheiro público.
Há todo tipo de irregularidade: sobrepreço, serviços não executados e ONGs de fachada que só existem no papel para receber o dinheiro. Mas, é claro, existem ONGs fazendo um bom trabalho.
Algumas organizações têm registro e endereço, mas não executam serviços. Outras sequer existem. O que isso provoca? Um crime grave, porque as pessoas passam a desconfiar da própria possibilidade de ter um grupo de pessoas que se une em torno de uma causa de fato e de interesse público.
Só no ano passado, as ONGs receberam R$ 3,5 bilhões em repasses do governo federal. É muito dinheiro. A fiscalização da aplicação desses recursos é muito frágil. O resultado é que, em muitos casos, os convênios com ONGs se transformaram em um ralo para o desvio de dinheiro público.
O uso político sempre se mistura com a corrupção, o desvio do dinheiro suado do povo. Imaginem o que é soltar dinheiro dos outros – no caso, dos contribuintes – sem examinar se existe a ONG, ou se é de fachada sem fiscalizar a aplicação do dinheiro. Ou o que é pior: ter como critério o “ser do nosso partido”. É fundamental desmontar todos esses esquemas, mas de cara, é importante que governos liberem o acesso aos balanços e documentos das ONGs contratadas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Por Fernando Moreno Machado

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Gostaria de retificar uma informação postada neste blog com relação ao caso do Sr. Laerte Aparecido Bilci no artigo (A DOENÇA DA SAÚDE MUNICIPAL). A informação que nos chega através do funcionário Anderson Marcelo Giacomeli é de que o Sr. Laerte já foi operado na cidade de Salto. Agradecemos ao nosso amigo “Saúva” pelas informações e por acompanhar nosso blog, além do exelente trabalho desenvolvido por ele.
Entretanto, lembramos que foi necessário a intervenção do Vereador Gerão para que o caso fosse olhado com mais cuidado, e reiteramos nossa posição com relação ao que vem sendo feito com a saúde em nosso município. Aproveitamos ainda para parabenizar os médicos e funcionários da saúde de Porto Feliz por seu empenho e dedicação em sua luta diária pela vida.
 
Fernando Moreno Machado é formado em Sociologia e Política pela FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), Secretário-Geral do PSDB de Porto Feliz-SP, Delegado Estadual e Nacional do PSDB.

Prefeitura de Porto Feliz tem luz e telefones cortados por falta de pagamento

Por volta das 10h da manhã desta quinta-feira (20/11), soubemos através de funcionários que o fornecimento de energia e de telefone do prédio da antiga cozinha piloto e do próprio prédio da prefeitura de Porto Feliz, foi cortado por falta de pagamento.
Que boa administração é esta? Anuncia demissões de funcionários, atrasa pagamento a fornecedores e deixa cortar a luz e o telefone da prefeitura.  Em qual cidade do mundo um prefeito deixaria de pagar as contas de energia e telefone da prefeitura, e do prédio da cozinha piloto, onde também funciona a Secretário de Educação, Cultura e Esportes, serem cortadas? Pense no absurdo, em Porto Feliz há precedente.
Porto Feliz está mal administrada, com dificuldades em oferecer serviços essenciais para a população, como educação, saúde e segurança, além de as ruas da cidade se encontrarem bastante esburacadas.  A administração municipal vem passando por um apagão administrativo e problemas em diversas áreas vêm se agravando.
Que a cidade está mal administrada, abandonada, que a administração não consegue responder aos anseios da sociedade é um fato. Mas o nosso partido tem a obrigação de apontar caminhos e estamos conversando com a sociedade, pretendemos chegar ao início de dezembro com um diagnóstico de como se encontram os serviços em toda a cidade e apontar alternativas.
É hora de mudar o rumo dos ventos, é hora de impulsionar as mudanças em Porto Feliz! Para mudar a política, é preciso democratizar nosso município! Chegou a hora de mostrarmos ao povo outra Porto Feliz; aquela escondida no suor de cada trabalhador e cada trabalhadora que dedica sua vida à construção dessa cidade e da sua própria dignidade. Chegou a hora de vermos o azul-amarelo da nossa bandeira estampado no rosto do povo, através de uma nova política
Chega de discursos recheados de 'pinoquices' que não enchem a barriga do povo nem atendem suas necessidades básicas. Porto Feliz não vai retroceder e voltará no rumo certo do crescimento consistente e continuado.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ELEIÇÃO MUNICIPAL DE PORTO FELIZ: Entre máscaras e fantoches


Por Maurício Cazagrande

Teatro de fantoches, teatro de bonecos ou teatro de marionetes é o termo que designa, no teatro, à apresentação feita com fantoches, marionetes ou bonecos de manipulação. Quem está no palco são os próprios bonecos, mas quem os manipula é alguém com alta habilidade manual.
Na política portofelicense temos visto nos últimos anos um verdadeiro teatro de fantoches. O grande manipulador é nosso capitão-mor, com ares de nobreza...Lord Cláudio Maffei (PT).
No palco alguns bonequinhos, feios coitados! Barrigudinhos, sem nenhuma sensualidade ... já bastante usados, sem autonomia e batidos de tanto serem manipulados.
São figuras repetidas, e como figurinha repetida não completa álbum ... precisamos de um novo álbum com novas figurinhas... não podemos esperar na próxima eleição uma teatro sem emoção, previsível, lamentável, com as mesmas caras, com as mesmas propostas e promessas fajutas.
Não se iluda. A política também é uma grande dramatização, tanto é verdade que quando fecha as cortinas, nos bastidores parece que bandido e mocinho são amigos de infância. Mas a verdade é que nesta muvuca do mundo político não existem bandidos, nem mocinhos. O máximo que percebemos é um desenrolar do livro de Cervantes, em que alguns se portam como Dom Quixote, outros como Sancho Pança, mas sem nem um grande plano político inovador e comprometido com os plebeus e plebéias de nossa terra...
Eu poderia citar aqui inúmeras marionetes da atual conjectura política portofelicense. Começando pelos bonecos da atual administração e passando pelos fantoches do deputado majoritário da região. É incrível tamanha falta de personalidade...É incrível tamanha omissão, beirando mesmo uma “Maria vai com as outras...”.
Questionam muito a sexualidade das pessoas nos dias atuais.
Mas eu gostaria de fazer um questionamento, além disso: O que é ser homem? O que é ser mulher? Onde estão os homens e mulheres de nossa cidade? Não me refiro ao limitado conceito viril de macho e fêmea, me refiro ao SER HOMEM, SER MULHER de verdade... ter opinião própria... ter pensamento autônomo ... ter atitude, pernas e braços próprios.
Faltam mais de 12 meses para que a política municipal de Porto Feliz efetivamente esquente, mas até lá, devagar, é preciso derrubar máscaras, trocar os fantoches. A comissão de frente já não agrada mais e o samba enredo cansou. Troca o disco, troca a música.
Até que novos nomes entrem na jogada ...vamos ouvindo o sambinha chato que nos é apresentado. Enquanto isso vamos sambando, apimentando a discussão, jogando panos quentes e colocando em pratos limpos os fatos sujos.
E quanto aos prefeitáveis para o município de Porto Feliz? Não se precisa discutir muito qual será o perfil do melhor candidato a Prefeito do município. É necessário somente averiguar o seu passado histórico. É imprescindível observar a sua participação nos movimentos comunitários da cidade. E, é indiscutível tudo aquilo que já foi feito por Porto Feliz e que contou com a participação deste prefeitável de que a cidade necessita. Um bom Prefeito não é aquele que faz uma pracinha aqui e acolá, ou que faça todas aquelas de que a cidade precisa. Um bom Prefeito, não é aquele que calça as ruas da cidade, porque é sua obrigação fazer as benfeitorias de que se necessita. Um bom Prefeito não é aquele que bate nas suas costas, ou que o recebe bem em sua mansão. Mas, aquele que faz a cidade crescer, progredir em renda, emprego e bem-estar social.
Finalizando, Porto Feliz precisa de austeridade, muito esforço e dedicação para serem supridos os grandes problemas que hoje em dia enfrenta em termos de educação, de saúde, de emprego, de produção industrial e agrícola e, mais ainda, de se voltar ao desenvolvimento municipal que há muito tempo não se vê. Porto Feliz precisa de infra-estrutura.

Maurício Cazagrande é formado em História pela UNISO (Univercidade de Sorocaba), Assessor Parlamentar  e Secretário-Geral do DEM (Democratas) de Porto Feliz – SP.

A DOENÇA DA SAÚDE MUNICIPAL

Por Fernando Moreno Machado
Como você se sente quando tem a necessidade de um atendimento médico em Porto Feliz? Necessidade sim, pois ninguém vai ao médico por esporte (embora esporte não esteja muito na moda para os petistas) e pelo visto a saúde nunca esteve. Vamos aos FATOS:
ISAMA, contrato de inacreditáveis R$ 14.000.000,00 (quatorze milhões de reais) e o que acontece quando vamos ao Posto de Saúde do “Gole”, e nos deparamos com a unidade fechada? A desculpa da vez, é que estaria em reforma, mas não verificamos a presença de um único pedreiro no local. Um simples exame pode demorar meses para ser feito, então perguntamos para onde vão esses milhões?
Na Santa Casa a coisa é ainda mais estarrecedora.  Apesar de uma intervenção que todos sabemos POLÍTICA, a qualidade do atendimento é abaixo do inacreditável. A despeito de seu interventor o Sr. Renato Cassani receber dos cofres PÚBLICOS municipais a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) acreditem, mais que os R$ 8.000,00 (oito mil reais) pagos ao salário do prefeito.
A Farmácia Popular Eliasar de Campos, uma vergonha para a memória do ilustre portofelicense, morei em São Paulo com o neto do sr. Eliasar, meu amigo Jeferson de Campos e sei que a família não está nada feliz com o que vem sendo feito com a memória do nome dele. A negligência no atendimento das pessoas que ali procuram um medicamento, pessoas em sua maioria idosas ficam horas numa fila interminável debaixo de sol e se quer, tem uma cadeira para se sentar. E o estatuto do idoso?
O que falar sobre Especialidades Médicas então? Citarei apenas um caso, o do sr. Laerte Aparecido Bilci que, com o agravamento de uma necrose em seu pé, existe a necessidade infelizmente de amputação, e a família já não sabe mais o que fazer, apesar do atendimento dos médicos da Santa Casa que, cá entre nós, ainda tentam o que é possível em sua luta diária pela vida, nada podem fazer com relação a FALTA de um especialista na cidade, o procedimento não pode ser feito e o problema se agrava a cada dia.
Até quando seremos tratados como estatística pelo (DES)governo petista? Enquanto seus dirigentes e apadrinhados enriquecem às nossas custas? O que é muito visível até mesmo ao mais incrédulo e ingênuo cidadão! BASTA, queremos explicações, EXIGÍMOS EXPLICAÇÕES, e sobre tudo um atendimento humano e condizente ao que se DIZ investir. E queremos já!
Fernando Moreno Machado é formado em Sociologia e Política pela FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), Secretário-Geral do PSDB de Porto Feliz-SP, Delegado Estadual e Nacional do PSDB.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Governo tenta aumentar impostos sorrateiramente, mas DEM se posicionará contra


Em meio a mais um escândalo ministerial, o governo tenta aprovar, sorrateiramente, um novo aumento de impostos para empresas e investidores, os principais geradores de empregos no Brasil.
O irônico, neste caso, é que a elevação das taxas foi introduzida de maneira quase sigilosa em uma Medida Provisória que oficialmente objetivava desonerar quatro segmentos do setor produtivo brasileiro. Foi um verdadeiro gato por lebre.
Com as modificações na MP, o governo poderá exigir a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) das emissões de debêntures, um título da iniciativa privada. A CSLL também passará a incidir sobre a participação nos lucros de sócios e administradores das empresas, que hoje só pagam Imposto de Renda. Nesse caso, trata-se de uma cobrança inédita.
Quando a MP foi anunciada, pela própria presidente Dilma Rousseff, em agosto, o texto foi apresentado apenas como um pacote de estímulo à industrialização denominado “Plano Brasil Maior”.
O plano serviria para ajudar setores brasileiros bastante prejudicados com a desindustrialização e o câmbio desfavorável, como o têxtil, calçadista, moveleiro e de software. As maldades vieram depois.
Com as bênçãos do Planalto e da Receita Federal, foram incluídos seis artigos, além dos 24 originais da MP, que trouxeram o aumento de taxas. De acordo com o relator da MP, deputado Renato Molling (PP-RS), “a Receita não falou nada, só trouxe as emendas”.
Segundo o Estadão, até mesmo aliados do Planalto que acompanham a articulação do governo advertem que as mudanças mexem com o dia a dia das empresas e bancos. Poderão atrapalhar a economia e apertar ainda mais o mercado financeiro.
Enquanto isso, o Brasil sofre um inegável processo de desindustrialização. Em agosto, a queda da produção industrial foi de 0,2%. A terceira do ano.
Além disso, segundo o Ministério do Desenvolvimento, as exportações brasileiras de manufaturados caíram de 61% das vendas totais em 2002 para 38% atualmente. O déficit da balança comercial em produtos manufaturados deve chegar a US$ 85 bilhões em 2011.
Entre 2003 e 2010, enquanto a taxa média anual de expansão do PIB foi de 4%, a da indústria da transformação não passou de 2,7%.
Mais: de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a participação da indústria da transformação no PIB caiu de 27% em meados da década de 1980 para 15% em 2010.
Ao elevar as taxas, o governo asfixia ainda mais o poder produtivo em um período de dificuldades para a criação de empregos. Setembro foi o pior ano no número de carteiras de trabalho assinadas desde 2006.
Ao invés de proporcionar melhores condições à indústria brasileira, investindo em infraestrutura, por exemplo, o governo parece não saber que medidas tomar além de aumentar ainda mais os impostos. No final de setembro, por exemplo, elevou as tarifas do Imposto sobre Propriedade Industrial (IPI) sobre veículos importados.
Além de contrariar regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), a medida teve como efeito colateral o aumento do preço dos veículos produzidos no País. Ou seja, o consumidor pagou a conta.
O DEM entrou no Supremo Tribunal Federal contra a medida do governo.
Em concordância com seu ideário, o Democratas se posicionará contrariamente aos artigos da Medida Provisória que prejudicam a sociedade. A votação está marcada para a próxima semana. “Em nome dos empregos, meu partido vai votar contra a MP como está posta, a menos que se retire essa parte a fim de garantir a desoneração da folha de pagamento dos setores que empregam e precisam se manter vivos”, afirmou o presidente do Democratas, José Agripino

CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO FELIZ: Qual o valor do seu voto?


Segue adiante uma definição da função de vereador:
“Cabe ao vereador, mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal e do próprio Legislativo.”
O cidadão mais atento deve estar se perguntando: Será que o meu vereador faz isso? Posso lhe afirmar que possivelmente não.
Em Porto Feliz, infelizmente, temos “parlamentares” submissos aos interesses políticos e econômicos do Prefeito Maffei (PT) e suas Secretarias. Não estou me referindo especificamente a esta legislatura, afinal não é de hoje que verificamos esta conduta no Poder Legislativo, que na sua maioria é frágil, vendível, corruptível e sobretudo “morta”: nada fazem, nada sabem, de nada tem notícias. Aos meus ilustres amigos vereadores peço que não se sintam ofendidos, vossas senhorias se não estão nesse grupo não tens motivos de ficares magoados.
É vergonhosa a Câmara Municipal de nossa cidade. Cabe à população consciente, exercer bem o seu direito de escolha, quando chamada às urnas para indicar sua representação. Caro cidadão-eleitor quanto vale o seu voto? Um saco de cimento, um dentadura nova, uma cesta básica, ou mais exato: “50 real”? Quanto vale o seu voto. Pare, pense. Quanto vale seu caráter, quanto vale sua dignidade. Quanto vale sua alma?
É assustador o que vou dizer, mas quando vendemos nosso voto é como se vendêssemos nossa alma pro Diabo. É como se nos anulássemos enquanto ser humano e disséssemos: eu sou burro, me engane! É triste. Mas é a mais pura verdade.
Dizem que se conselho fosse bom não era dado, mas vendido, mas deixo e que sirva de uso para quem quer que seja: vote naquele vereador independente, atuante, polêmico, que tenha coragem de concordar com o que considerar certo e discordar do que considerar que esteja errado. Escolha aquele que possua conhecimento e que seja desarmado de ódios ou rancores.
Uma coisa é certa: aqueles que tentam comprar sua alma não merecem seu voto, não merecem sua confiança. Ao final desta leitura, você talvez tenha tido a lembrança da eleição municipal passada. Pois é... sabe aquele? Então ... foi eleito e arrumou emprego “praquela” outra, sobrinha daquele, prima daquela. Sabe aquele outro que foi reeleito? Então.... prometeu mas não cumpriu, e ainda viajou pra praia com aquela. Nossa! Sabe aqueles e aquelas? Pois é... compraram um carro novo, compraram uma casa nova.... HUM! E você cidadão? Tá na melhor?